A Quinta das Queimas apresenta pela primeira vez, a sua história, o seu portfólio e, em particular, o Quinta das Queimas Eira Velha Branco 2024, um vinho nascido de uma vinha centenária em Santa Ovaia de Cima, no Dão.
Há histórias que começam muito antes de uma marca existir. É o caso da Quinta das Queimas, projeto familiar criado em 2018, mas assente numa tradição agrícola e vitivinícola que atravessa várias gerações da família e se prolonga pelas quintas de Santa Ovaia de Cima, em Tondela, na região vitivinícola do Dão.
É esta história de território, património e continuidade que a Quinta das Queimas revela com o Eira Velha Branco 2024, o novo topo de gama da casa. Uma referência que inaugura um patamar superior dentro do portfólio da Quinta das Queimas, nascido de uma única vinha centenária, situada no centro da aldeia de Santa Ovaia de Cima, um vinho pretende ser a expressão máxima da identidade da vinha, da relação da família com este território e da ambição da nova geração.
Produzido a partir de diferentes castas brancas tradicionais, entre as quais Encruzado, Malvasia-Fina, Gouveio, Bical e Cerceal-Branco, o Quinta das Queimas Eira Velha Branco 2024 teve fermentação em aço inoxidável durante 10 dias seguido de um estágio de 12 meses em barrica de carvalho francês, uma nova de 600 litros e uma usada de 400 litros. Com uma produção limitada a 1600 garrafas, o vinho distingue-se pela origem singular e pela reduzida disponibilidade, assumindo-se como a referência mais exclusiva e ambiciosa da Quinta das Queimas. O Eira Velha apresente um álcool de 13,5%, acidez de 6.27 gr/l e açúcar residual de 0,5 gr/l. Tem um PVP recomendado de 100 €.
Este novo vinho não surge, contudo, isoladamente. Integra um portfólio que traduz a diversidade das vinhas da Quinta das Queimas e a vontade da família de criar vinhos de identidade, respeitando práticas tradicionais e valorizando o carácter do Dão. Entre monocastas como Encruzado, Alfrocheiro e Touriga Nacional, vinhos de vinha e field blends, o portfólio revela diferentes interpretações do património vitícola da família.
A gama é composta, para além do novo lançamento, por 7 referências com diferentes perfis, níveis de complexidade e volumes de produção: Field Blend Branco 2024, com um PVP recomendado de 14 € e uma produção de 2052 garrafas; D’Ovaia Tinto 2022, com um PVP recomendado de 14 € e uma produção de 3336 garrafas; Rosé 2023, com um PVP recomendado de 14 € e uma produção de 1200 garrafas; Encruzado Branco 2022, com um PVP recomendado de 17,50 € e uma produção de 6200 garrafas; Touriga Nacional 2022, com um PVP recomendado de 17,50 € e uma produção de 6100 garrafas; Alfrocheiro 2024, com um PVP recomendado de 17,50 € e uma produção de 1840 garrafas; e Vinha do Laranjal 2023 com um PVP recomendado de 35 € e uma produção de 1890 garrafas.
A diversidade das quantidades produzidas acompanha a própria natureza de cada vinho e das parcelas que lhe dão origem. Enquanto algumas referências permitem uma maior disponibilidade, outras resultam de produções mais limitadas, reforçando a ligação entre cada garrafa, a vinha e o lugar onde nasceu. Neste conjunto, o Eira Velha Branco 2024 ocupa uma posição claramente diferenciada: não é apenas uma nova referência, mas o vinho que representa o nível mais elevado de exigência, exclusividade e expressão territorial da Quinta das Queimas, estabelecendo um novo patamar dentro da gama.
Este posicionamento é também reflexo de uma história que começa no século XIX, com a família Videira, e que se prolonga por várias gerações. Muitas das vinhas atuais foram plantadas entre 1920 e 1960, enquanto o edifício que hoje alberga a adega, chamado de “Casa da Lã”, é herdeiro da memória da adega original, que começou por ser um armazém de lã ainda no final do século XIX.
Em 2018, Cristina e Graça Videira assumiram as propriedades de Santa Ovaia de Cima e deram início ao projeto Quinta das Queimas, modernizando equipamentos e processos, mas mantendo uma ligação forte à memória e ao património da família. Em 2024, Cristina Videira assume por inteiro a gestão das propriedades e a sua a família Californiana junta-se ao projeto, reforçando esta vontade de levar a história da quinta para o futuro e de construir uma nova etapa sem perder a ligação às suas raízes.
“Estamos conscientes de que estas vinhas existem muito para além de nós e que somos apenas os seus guardiões do momento. Que durem outros 100 anos é o nosso desejo. É a nossa vez”, resume a família.
O desejo é que esta nova etapa da Quinta das Queimas, seja marcada pela chegada da nova geração e pela criação de um vinho que se posiciona acima da restante gama, como a sua expressão mais exclusiva e representativa.