Leve na cor, preciso na forma e profundamente ligado ao território, o novo Manoella Rosé 2025, da Wine&Soul, revela um lado menos óbvio do Douro: mais fresco, subtil e elegante.
Assinado por Sandra Tavares da Silva e Jorge Serôdio Borges, este lançamento afirma-se como uma visão mais gastronómica, mineral e sofisticada do rosé.
Produzido no Cima Corgo a partir de uma vinha de Touriga Nacional com 45 anos, plantada a 450 metros de altitude, o Manoella Rosé nasce de um equilíbrio raro entre maturação, frescura natural e precisão de vinificação. A exposição a sudoeste garante expressão aromática e profundidade, enquanto a altitude preserva tensão e linearidade.
A vindima decorreu a 8 de setembro, em condições atmosféricas ideais, permitindo colher a uva no ponto exato de equilíbrio. Após prensagem delicada, a fermentação prolongou-se durante quatro semanas a baixas temperaturas, seguida de um estágio de sete meses sobre borras finas, um trabalho paciente que acrescenta textura, complexidade e discrição ao vinho.
O resultado é um rosé de perfil puro e contemporâneo. De cor muito pálida e luminosa, revela notas subtis de pêssego branco, casca de citrinos, frutos silvestres delicados e apontamentos florais. Na boca, mostra-se seco, preciso e vibrante, com uma mineralidade fina e um final longo, elegante e salino.
Com produção limitada a 12.260 garrafas, o Manoella Rosé 2025 confirma a capacidade da Wine&Soul para criar vinhos de detalhe e identidade, onde a elegância surge sem esforço e a frescura se prolonga muito para lá da primeira prova.
Mais do que um rosé de estação, o Manoella Rosé 2025 afirma-se como um vinho de precisão e carácter, desenhado para a mesa, para o tempo e para uma nova geração de apreciadores de vinhos elegantes.
Manoella Rosé 2025 – 14€