Novas garrafas, imagem e um “Blend de Histórias” como assinatura
Royal Oporto, marca histórica da Real Companhia Velha e nome pelo qual a empresa é conhecida no mercado internacional, apresenta uma renovação profunda da sua identidade, que inclui novas garrafas, packaging, linguagem e um posicionamento assente na assinatura ‘Blend de Histórias’ (‘The Blending of Stories’). Com uma abordagem mais contemporânea e uma comunicação direcionada para diferentes gerações de consumidores, esta nova fase coincide com que a celebração dos 270 anos da empresa mais antiga do país, fundada a 10 de setembro de 1756.
Este rebranding parte de um princípio central: preservar a experiência e a mestria construídas ao longo de 270 anos da Real Companhia Velha, tornando-as relevantes para os consumidores de hoje. A marca e os vinhos Royal Oporto procuram, assim, ocupar o espaço entre passado e presente, legado e novas gerações, tradição e novos momentos de consumo. Esta renovação surge num contexto de transformação do mercado do vinho. Se, por um lado, as gerações mais jovens estão a consumir menos álcool, por outro, o segmento premium ganha relevância, com uma valorização crescente da qualidade, da experiência e do significado associado aos produtos. A marca identifica neste cenário uma oportunidade para renovar a forma como o Vinho do Porto é apresentado e vivido.
Um dos elementos mais visíveis desta transformação são as duas novas garrafas Royal Oporto, concebidas como uma evolução natural da marca. Desenvolvidas em colaboração com uma agência de design britânica e produzida por uma fábrica francesa especializada em vidro de luxo, apresentam uma silhueta mais elegante e contemporânea, reduzindo os elementos ornamentais em favor de uma expressão mais sofisticada. Os detalhes preservam, contudo, a ligação à história e ao próprio Vinho do Porto. O relevo no vidro inspira-se na tradicional “lágrima” do vinho, enquanto um anel no gargalo funciona como referência subtil à tradição. A transparência assume igualmente um papel central, permitindo que os tons dourados, âmbar e cobre resultantes do envelhecimento em madeira façam parte do próprio design. O resultado é uma expressão de luxo contemporâneo, transversal à renovação do packaging da gama.
“Blend de Histórias”: experiência que une gerações e partiu da terceira geração da família Silva Reis
O novo posicionamento acrescenta à marca Royal Oporto a assinatura “Blend de Histórias”. A palavra blend está intrinsecamente ligada ao território e à arte de fazer Vinho do Porto e à experiência da Royal Oporto. Uma metáfora para a capacidade da marca em juntar pessoas, gerações, experiências e momentos diferentes. A Royal Oporto assume, desta forma, a experiência acumulada ao longo de vários anos: a mestria do blending estende-se do vinho às experiências e histórias que se criam à volta do seu consumo. O conceito permite à marca dialogar, interagir – e emocionar – tanto consumidores experientes como com quem está agora a descobrir a categoria, ou seja, desde enófilos aos recém-chegados da Geração Z.
Esta mudança e a sua campanha têm o cunho da terceira geração da família Silva Reis – à frente da Real Companhia Velha desde 1961 –, em especial de Tiago Silva Reis, diretor-executivo da empresa e um dos protagonistas, como figurante da campanha. A comunicação assenta em três dimensões: ‘funcional’, através da experiência, mestria e autoria da marca; ‘emocional’, através da combinação de pessoas, estados de espírito, gerações e experiências; e ‘cultural’, transformando a Royal Oporto de narradora do passado numa plataforma onde diferentes histórias se encontram.
O Douro como origem de categorias distintas para consumidores diferente
A estratégia passa também pela segmentação dos consumidores em três universos – Prestige, Personal e Lifestyle – permitindo adaptar produtos, ocasiões e comunicação a diferentes perfis. ‘Prestige’ dirige-se a consumidores que valorizam origem, conhecimento, história, arte (do blending) e luxo, tempo estando particularmente associado a referências como Tawny 40 Anos e Colheitas Especiais. Passando para o universo ‘Personal’ estamos no campo da emoção e do reconhecimento, encarando o Vinho do Porto como forma de celebrar momentos importantes e pequenas conquistas. Inclui consumidores urbanos entre os 30 e os 45 anos e referências como Tawnies 10 e 20 Anos, White 10 Anos e Late Bottled Vintage. Já o ‘Lifestyle’ aproxima os mais jovens, das Geração Z e Millennials, ao consumo de Vinho do Porto em contextos mais espontâneos, sociais e contemporâneos, incluindo a cultura de cocktails. Fine Ruby, Tawny, White, Rosé e Extra Dry White assumem particular relevância neste universo.
A transformação estende-se à comunicação: uma linguagem fotográfica mais contemporânea, refinada e minimalista, com imagens produzidas no universo duriense e no restaurante Enoteca 17.56 da Real Companhia Velha. A garrafa assume o papel de protagonista, acompanhada por elementos de lifestyle e por diferentes tons de voz de acordo com cada público. Apesar da evolução, a origem permanece inequívoca: uma marca que cruza gerações, que sabe do que fala e que não esquece de onde vem: o Douro.
Museu da Real Companhia Velha celebra rebranding e 270 Anos no dia 10 de setembro
A nova identidade começa já a ganhar expressão em diferentes pontos de contacto com o consumidor, a começar pelo Museu da Real Companhia Velha, que vai brindar todos os visitantes – entrada gratuita nesta efeméride – com um cálice do novo Royal Oporto Tawny 10 Anos branco. Quem comprar Royal Oporto na loja do Museu ganha uma prova de vinhos nas Caves da Real Companhia Velha, em Vila Nova de Gaia. Apenas válido para compras no dia 10 de setembro de 2026. Há já um espaço premiumno Aeroporto do Porto e segue-se um em Lisboa; está para breve o site www.royaloporto.com e uma forte aposta em comunicação digital: nas redes sociais da Real Companhia Velha, em publicidade e newsletters.
Com esta renovação, Royal Oporto pretende fazer do seu património um ponto de partida: uma marca construída sobre séculos de experiência, mas preparada para fazer parte das histórias, celebrações e momentos de consumo de várias gerações.