A Herdade Aldeia de Cima apresenta dois novos vinhos da vindima de 2024, reforçando a sua aposta nos vinhos brancos, na expressão singular da Serra do Mendro e na viticultura em modo de produção biológico.
O destaque vai para o estreante HAC Alvarinho 2024, o primeiro monovarietal produzido na herdade, e para o HAC Reserva Branco 2024, que regressa com um lote marcado pela elegância, profundidade e precisão.
De acordo com Luisa Amorim, proprietária da Herdade Aldeia de Cima, “este novo vinho branco introduz pela primeira vez um monovarietal na Herdade Aldeia de Cima e revela uma face inesperada da casta Alvarinho fora da sua região de origem, mas que exprime tensão pela altitude da Serra e pela influência dos ventos atlânticos. É um grande branco, onde a mineralidade confirma a vocação da Vidigueira para vinhos brancos excecionais, mostrando que vale a pena ter convicções para irmos mais longe.”
HAC Alvarinho 2024 — A nova expressão da Serra do Mendro
Nascido da inquietude e da procura pelo detalhe, o novo HAC Alvarinho traduz a altitude e frescura da Serra do Mendro. A fermentação decorreu a baixas temperaturas, com contacto prolongado com borras finas durante 30 dias. Seguiu-se um estágio de 8 meses em depósitos de cimento Nico Velo (2.600 L) e 6 meses em balseiros de carvalho francês (3.000 L, 2.º ano). O resultado é um branco de grande densidade, mineralidade vincada e forte identidade territorial.
Foram produzidas apenas 3400 garrafas. P.V.P.R.: 17,50 euros – Alvarinho 2024
HAC Reserva Branco 2024 — Um lote com grande harmonia de castas
O HAC Reserva Branco 2024 combina Antão Vaz, Alvarinho e Arinto, num lote que privilegia estrutura linear, frescura e profundidade. Cada casta contribui para um perfil coeso e expressivo, refletindo a diversidade dos solos de xisto esquelético e a influência atlântica.
Foram produzidas 9750 garrafas. P.V.P.R.: 17,50 euros – Reserva Branco 2024
A vindima de 2024 demonstra elegância e um enorme potencial de guarda, distinguindo-se pelo equilíbrio e pela maturação lenta dos mostos. A pluviosidade prolongada até ao final da primavera favoreceu um desenvolvimento vegetativo consistente, originando uvas com excelente relação entre frescura e concentração.
Os vinhos apresentam precisão, profundidade e grande capacidade de evolução, reafirmando a dedicação da equipa de enologia e viticultura liderada por António Cavalheiro, profundamente ligada à história do território e à autenticidade da Serra do Mendro.