Um rosé 100% Trincadeira nascido na Vinha dos Pinheiros, na Vidigueira. De solos xistosos que equilibra a frescura atlântica com a complexidade do tempo.
A Quinta da Alorna está a lançar um novo vinho rosé, que chega mesmo a tempo de trazer elegância e sofisticação para a mesa de Natal: Quinta da Alorna Reserva das Pedras Rosé.
Carlos Reynolds 2017
82 pontos
Carlos Reynolds 2017. Que tal falar de um bom vinho? Na boca começa vivo, com uma acidez muito interessante, típica de um vinho gastronômico. Depois de um tempo está mais macio.
Bridão Trincadeira 2016
86 pontos
Bridão Trincadeira 2016. Acompanhar bife à parmegiana pede um vinho um pouco mais encorpado e com mais presença. Surgiu assim a oportunidade perfeita para abrirmos este Bridão Trincadeira da Adega do Cartaxo.
Um português de estirpe. É todo diferente. A região é a Beira Interior, localizada aos pés da Serra da Estrela. As castas são de vinhas velhas de Trincadeira, Jaen, Rufete e Marufo. A isso somou-se 10% de Syrah de vinhas novas. O resultado é um vinho denso na taça, com um brilho jovem, apesar de 2013. Os aromas são muito complexos e remetem um certo frescor, condimentos, ameixas, muito bom. Na boca excelente, incrível, complexo e persistente, com um final inesperado de pêssego. Sinceramente, só bebendo.
Pêra-Manca Tinto 2010
100 pontos
O Pêra-Manca é um vinho muito bonito na taça, um vermelho escuro, profundo e brilhante. Seus aromas revelam complexidade, algo diferente do que estamos acostumados. Há uma presença óbvia de madeira e especiarias, mas complementadas por frutas vermelhas maduras.
Muitas brincadeiras depois, abrimos a garrafa. A rolha era muito longa, bonita, o vinho aromático, a cor clara, paladar impecável. Harmonizou muito bem com a sopa árabe de trigo inteiro com frango, que comi pela primeira vez e adorei – depois descobri que se chama Sopa Herice.
Um dos critérios para escolhermos os restaurantes que frequentamos é a carta de vinhos. Ela deve ser farta, variada e...








